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FRUSTRAÇÃO FAZ PARTE!

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 13/10/2014 às 21h10

Categoria: Maternidade
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Entre o Certo e o Errado: Uma lição muito mais interessante!

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 18/06/2014 às 22h32

Hoje uma paciente me contou que no intuito de ajudar a sua filha de 7 anos a conquistar um pouco de autonomia na escola, combinou com ela que depois da aula ela iria comprar um lanche e voltar para o reforço. Deu um dinheiro para a menina e foi busca-la no horário combinado. Quando chegou na escola, a menina não tinha ido na aula de reforço, se distraiu pelo caminho, chegou atrasada na aula e ficou para fora da classe.

Nada mais normal. Uma criança de 7 anos se distrair e perder a noção do tempo. Mas nesse intervalo de tempo temos um território imenso de descobertas e aventuras da cabecinha de uma criança de 7 anos. Claro que é mais fácil ficar brava, ensinar uma boa lição de certo e errado e dar o caso por encerrado. Mas ai que você se engana. Primeiro que a lição não é tão simples assim e vai se repetir. Depois que você perde uma grande oportunidade de entender o que se passa na cabeça de uma criança de 7 anos e quais as associações que ela faz e quais ela ainda não tem maturidade para fazer. Você tem que sair do lugar confortável de educador sabe tudo e se colocar no lugar de educador quero saber mais. Perguntar em vez de corrigir, ouvir as respostas ao invés de dar respostas prontas, continuar o diálogo e não fechar a conversar. Tentar de novo muitas e muitas vezes, ate que a criança se aproprie do tempo, da responsabilidade e da sua confiança, que esperamos que essa, seja para sempre!

Tania Novinsky Haberkorn

Categoria: Maternidade
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ENJOY YOUR COMPANY!

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 06/06/2014 às 12h57

Categoria: Espiritualidade
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VEJINHA DESSA SEMANA: QUEM PRECISA DE TERAPIA?

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 19/05/2014 às 12h09

Número de crianças atendidas em consultórios de psicologia dobra

Angústias infantis e desorientação paterna contribuem; saiba quais são os temas mais recorrentes na capital

terapia infantil

 

Na sala de aula do 4º e do 5º ano do ensino fundamental, a professora pergunta: “Quem faz terapia?”. Metade dos alunos, por volta dos 10 anos, levanta a mão. A cena, ocorrida na semana passada no Colégio Nossa Senhora do Morumbi, ilustra o recente aumento na procura por atendimento psicológico infantil na capital. Segundo levantamento de VEJA SÃO PAULO realizado em dez dos consultórios que mais atendem pessoas dessa faixa de idade, o número de pacientes abaixo dos 13 anos dobrou nos últimos dez anos. Entre os menores, até 3 anos, o índice triplicou. Pipocam até casais grávidos: quando o rebento vem ao mundo, é incluído nas sessões.

Leia mais:

http://vejasp.abril.com.br/materia/terapia-criancas-psicologos

Categoria: Maternidade
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Adventures in Equal Parenting :) Dream Dream Dream

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 07/05/2014 às 17h00

 

Categoria: Maternidade
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A Solidão da Super Mammy

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 23/04/2014 às 21h19

A Solidão da Super Mammy

Assistindo a mais um episódio da Super Nanny no GNT, me chamou a atenção a solidão da mãe dos dias de hoje. É certo que o seriado tem seu contexto cultural, mas depois de ver por quase uma hora essa mãe solteira com três filhos aplicar todos os métodos da Super Nanny nessas crianças, ficou claro como o problema vai muito além do que simplesmente reforçar as regras e colocar de castigo no cantinho.

Em uma situação o menino de uns 4 anos é colocado repetidamente na cama 98 vezes! Haja costas... e paciência. Mas a mãe reinforçada pela Nanny , certa de que essa é a melhor maneira de resolver essa situação, não desiste. A interação dela com as crianças é quase abusiva, quando ela perde a calma, ela grita e segura as crianças de maneira bem agressiva.  Mas tudo dentro de um contexto em que as crianças estão sendo treinadas e educadas para que a vida em família prossiga normalmente.

As duas meninas um pouco mais velhas também têm seus ataques e desafiam a mãe com suas desobediências e caprichos. Mas a Super Nanny esta lá e da o suporte para a mãe ser firme e persistente e colocar uma delas no canto várias vezes até que ela se rende pelo cansaço e obedece. Missão comprida. As crianças estão bem comportadas e a mãe sentindo que fez um bom trabalho.

Detalhe a Super Nanny também acha que a mãe, exausta e sem muita noção de como lidar com toda essa situação sozinha, não esta demonstrando afeto e empatia nas suas falas. Então temos uma boa demonstração de como a mãe deve elogiar os filhos e fazer cara de contente.

Em nenhum momento essa mãe tem ajuda de ninguém, faz tudo sozinha, cria, educa, da afeto, limpa, cozinha, leva na escola, leva para passear, enfim esta só no mundo com essas crianças. A única ajuda mesmo vem da Super Nanny que ensina ela truques para dar conta de tudo de uma forma mais harmoniosa e fazer cara de contente. 

Tania Novinsky 

Categoria: Maternidade
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For parents, happiness is a very high bar TED2014

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 22/04/2014 às 18h24

http://www.ted.com/speakers/jennifer_senior

In her new book "All Joy and No Fun," Jennifer Senior explores how children reshape their parents' lives — for better and worse.

Categoria: Maternidade
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Afetos Terceirizados

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 16/02/2014 às 19h29

Por Tania Novinsky Haberkorn, M.A.

Educar um filho é uma das coisas mais difíceis que alguém pode fazer. Não é só dar carinho, não é só dar limite, não é só dar oportunidades. Educar é estar disponível emocionalmente para o outro aprender com você. Por isso a questão da terceirização da infância é um assunto muito mais complexo do que parece. Terceirizar significa se ausentar dessa relação que acarreta na formação de outro ser humano. Se você não está disponível para esse processo não adianta ter tempo nem dinheiro, você vai achar uma forma de se esquivar rapidamente dessa relação. Hoje temos muito exemplos nas escolas, nos pediatras, no dia a dia, onde as crianças são cuidadas por terceiros. Escolas que mal conhecem os pais, pediatras que raramente falam com a mãe, crianças que passam de 6 a 8 horas nas creches e nas escolas. Os pais de hoje tem razões suficientes para bancar essas escolhas. Não há certo ou errado nessa história. Você vai dar para o seu filho o que pode, de acordo com os seus modelos, a sua visão de ser humano, de relacionamento e da sua realidade. O relacionamento com a criança não é diferente de nenhum outro relacionamento na sua vida. Ele vai te dar alegrias, frustrações, impasses, desafios, vai ter fazer rir e chorar, mas vai exigir de você uma dedicação talvez nunca antes imaginada. Mas ainda tem muita mãe que idealiza a infância e acha que tinha que ser mais tranquila, mais fácil, menos desgastante e acha que tem algo errado quando se depara com a demanda insana de uma criança. O pediatra inglês Donald Winnicott já falava que a capacidade de um ser humano ser feliz, ter um pouco de estrutura tem muito a ver com um tempo e uma pessoa. Dar beijinho e falar eu te amo não é suficiente para garantir um vinculo com uma criança. Para se educar uma criança é preciso de vinculo e para isso é preciso de tempo e disponibilidade física e emocional. O dia a dia é feito de pequenos detalhes, conversas, interações e convívio. Não tem medidor universal de quanto seu filho precisa de você. Esse trabalho você tem que fazer. Olhe os sinais: ansiedade, medos, insônia, performance escolar, olhe nos olhos dele, só você poderá dizer se ele está feliz.

 

Categoria: Maternidade
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