Espiritualidade

VALE A PENA!

Publicado por Tania Novinsky Habekorn em 02/12/2014 às 15h00

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ENJOY YOUR COMPANY!

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 06/06/2014 às 12h57

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Eu quero ter 1.000.000 de amigos...

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 14/01/2014 às 11h03

Agora virou moda perguntar quantos amigos você tem no Facebook.
Eu confesso tenho um monte de amigos e na verdade muito poucos. Facebook não é sinônimo de amizade. Não sei bem o que é. Um monte de gente que mal conheço, mas que posso dizer que tenho uma certa intimidade. Sei quantos filhos têm, onde passam as férias, que bar frequentam, o que gostam de ler... enfim, coisas que só amigo saberia. Então que raios somos? Amigos, conhecidos, íntimos ou uma nova categoria chamada X? Amigo de Facebook é assim, às vezes nunca se conheceram pessoalmente, mas sabem onde estão o tempo todo, nunca trocaram uma palavra, mas trocam confidencias e experiências bem intimas, estão sempre disponíveis, mas será que você pode ligar na hora do aperto? Vai entender essa nova categoria de amizade. Somos os primeiros nessa nova empreitada. Vamos fazer história. Tomara que seja boa.

Tem gente que já está precisando fazer Face Detox. Já estão tão viciadas que precisam tirar umas férias. Li vários relatos de pessoas contando seus dias sem Face. Confesso que às vezes também tiro uns breaks, mas uso muito o face para muitas coisas, difícil ficar muito tempo fora da rede. Desculpa de viciada... kkkk

Tem as pessoas que não entendem o Face. Os paranoicos que acham que algo de ruim pode acontecer se postarem no Face. Os que não dão conta da vida real e não encontram tempo para a vida virtual. Tem também os que fazem pacto com o parceiro de nenhum usar o Face, para não correr o risco encontrar um ex e dar chance ao acaso. O que o destino separou o Face não deveria nunca juntar... ouvi de uma amiga.

Segundo Zygmunt Bauman, autor de O Amor Líquido, a coisa mais romântica que uma pessoa pode fazer por outra é ouvir tudo o que ela tem para falar. Talvez por isso o Face faça tanto sucesso. Por trás dos posts está o desespero humano para ser ouvido e apreciado.

Na liquidez da pos-modernidade a rede serve tanto para conectar-se quanto para desconectar-se. As duas são legitimas, gozam do mesmo status e têm importância idêntica. Conexões podem ser rompidas, e o são, muito antes que comece a detestá-las. Conexão indesejável passa a ser um paradoxo. Fácil entrar e fácil sair. Inteligentes e limpas, fáceis de usar e manusear, sempre se pode apertar a tecla de deletar.

Mas a verdade é que o Face está ai. Juntando muita gente, desconectando tantas outras, criando situações nunca antes imaginadas. Como tudo na vida, temos que aprender a fazer um bom uso. O Face é só o Face. Você que vai dar a sua cara!

Um videozinho interessante para se pensar os impactos das redes:
The Innovation of Loneliness : vimeo.com/m/70534716

 

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Mama Zen

Publicado por Tania Novinsky Haberkorn em 10/12/2013 às 17h30

É possível ser mãe e ser zen? Parecem dois polos opostos. Mãe está sempre com uma lista enorme de coisas para fazer, muitas demandas, sempre correndo e quase sempre cansada. Onde encaixa o Zen Budismo nessa historia? Na verdade a equação é simples: não se pode dar paz para alguém se você não estiver em paz.

Sempre me lembro dessa mãe que observando a filha brincar, começou a reparar que as bonecas faziam tudo correndo e a filha falava: vamos, vamos não tenho tempo a perder. Reflexo de uma vida apressada? Com certeza.

Como não fazer disso uma condição, um hábito automático? Como poder ter escolhas e ensinar os filhos a relaxarem? Desde que comecei a meditar mais seriamente tenho me perguntado muito sobre essa questão. Se tenho observado resultados tão positivos na minha vida,  porque esperar tanto tempo para começar? Por que não ir instituindo esse habito desde criança? Confesso que há pouca informação sobre como introduzir a meditação com crianças. Mas é possível, claro, que a expectativa tem que ser realista e com algumas adaptações.

Vocês já perceberam que os retiros de meditação não incluem as crianças? Os pais vão aprendem tudo, ficam bem relaxados e voltam para o caos. Qual é a graça? Adoraria participar de um retiro em que todos fossem incluídos e quando você voltasse para casa estavam todos na mesma vibe. Isso sim seria uma experiência relaxante!

Aqui vão algumas dicas para quem acha que está pronta:

- O coração da prática de “atenção plena” está em se dedicar a alguma prática diariamente; quer você escolha praticar por 5 minutos ou por 45 minutos, uma rotina diária ajuda muito;

- Será possível abrir uma janela no cotidiano e poder fazer as coisas com mais calma, mais atenção,  diminuir um pouco o ritmo? Comece por respirar entre um pensamento e outro. Observe seu filho brincar, ler, correr sem interromper, sem prestigiá-lo ou criticá-lo. Seja um observador silencioso. O silencio também fala! Quando seu filho estiver agitado, seja a energia organizadora. Respire, olhe nos olhos, toque, mostre para ele como se acalmar.

- Aproveite as oportunidades que você tem de estar com seus filhos para dar-lhes total atenção ao invés de trabalhar no “modo multi-tarefas”. Assim como ficamos entediados quando alguém não presta atenção em nós, as crianças se sentem frustradas quando são constantemente ignoradas;

- Experimente e veja as coisas do ponto de vista dos seus filhos. Isto pode ajudá-lo a ser mais paciente;

- Tome um tempo para cuidar de si mesmo. Você pode levar-se para sair à noite, fazer uma caminhada “plenamente atenta” ou encontrar algum hobby para desligar sua mente por uns instantes. Embora pareça muito difícil achar tempo para isso, se você fizer um esforço, você se sentirá melhor no longo prazo e ganhará energia. “Atenção Plena” tem a ver com ser gentil e compreensivo consigo mesmo tanto quanto com os outros;

 - Veja o lado engraçado das coisas quando você puder. “Atenção Plena” não é estar hiper-plugado e sério o tempo todo. Veja se pode sorrir das suas próprias imperfeições bem como das dos seus filhos.

Pais e mães atentos que praticam meditação regularmente encontram tempo para seus filhos e lhes dão atenção, também cuidam melhor de si próprios. À medida que você se torna mais “plenamente atento”, você se torna mais consciente de suas próprias necessidades e aprende a atendê-las de forma mais criativa.

Susan Kaiser - Explicando Meditação para Crianças:

www.youtube.com/watch?v=HcR1LqMau6o&feature=youtu.be

 

Um projeto ambicioso: Mindfulness in School

 www.youtube.com/watch?v=MMK481p5wWM

 

Namasté

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